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Os melhores lugares para fazer compras em Miami

Mesmo com o dólar nas alturas, fazer compras em Miami continua sendo vantajoso para os brasileiros. De acordo com os dados do (GMCVB) pela Miami-Dade Aviation, o turismo de brasileiros para Miami aumentou mais de 6% em 2018.

Mas o que pode ser um paraíso para consumistas, pode também gerar diversas dúvidas para os turistas de primeira viagem, visto que com tantas opções de lojas e centros comerciais em Miami, escolher as melhores pode deixar muita gente confusa.

Para facilitar a vida dos turistas brasileiros, abaixo segue um guia com os melhores lugares para fazer compras em Miami.

  1. Dolphin Mall

O Dolphin Mall conta com uma estrutura reunindo mais de 200 estabelecimentos que vão de lojas, restaurantes e cafés. Um verdadeiro chamariz para todos os turistas que vão até Miami fazer compras.

No seu interior encontra-se diversas marcas famosas como: Adidas, Aeropostale, ALDO, American Eagle e Armani Exchange. Além disso, o Dolphin Mall oferece aos seus clientes e visitantes uma estrutura com cinemas e parques para toda família.

Endereço: 8888 SW 136 ST, Miami, FL 33176-5883 

dolphin mall miami

  1. The Falls

Com mais de 100 lojas, o The Falls é uma verdadeira galeria a céu aberto, tem a cara de Miami e foi totalmente adaptado para o clima tropical do local. Além disso, conta com as mais diversas e sofisticadas marcas como: Hollister, Apple, GAP, Macy’s, Zales. Devido as diversas opções de lojas e preços acessíveis, o The Falls é muito procurado por pessoas que vão a Miami fazer compras.

Endereço: 11401 N.W. 12th Street, Miami, FL 33172

  1. Dadeland Mall

Muito bem recomendado entre os turistas que vão fazer compras em Miami, o shopping Dadeland Mall oferece a seus clientes e visitantes mais de 120 lojas, sendo a Macy’s a principal.

Para quem está querendo fazer compras em Miami com tranquilidade e evitando os lugares tumultuados, o Dadeland Mall é o local mais indicado. Ótimo lugar para gestantes que procuram comprar enxovais de bebê, além de ter em seu interior a maior Macy’s de toda Florida.

Endereço: 7535 N Kendall Dr., Miami, FL 33156-7704

  1. Bayside Marketplace

O Bayside Marketplace é um shopping center a céu aberto em Downtown Miami. Além das opções de lojas distribuídas em torno da baía Biscayne Bay, o Shopping oferece passeios de barco que vão até a praia de South Beach.

Dentro do Bayside Marketplace você encontra lojas como: Vitoria’s Secret, Foot Locker, GAP, Guess e Disney Store.

Endereço: 401 Biscayne Blvd., R106 Miami, Florida 33132-1924

  1. Lincoln Road

A Lincoln Road é um calçadão (avenida) localizado em Miami Beach repleto de lojas, cinemas, bares, galeria de arte e restaurantes para os mais variados gostos. No total, a Lincoln se estende por oito quarteirões e possui diversas lojas como Apple, Guess , Swatch e Macy´s.

Endereço: Lincoln Rd, Miami Beach, FL 33139

  1. Bal Harbour Shops

O Shopping Bal Harbour Shops é o mais luxuoso de toda a Flórida. Um local fino e exclusivo para clientes que procuram lojas de alto padrão e não se preocupam com preços.

Para quem deseja fazer compras em Miami e está atrás das maiores e mais ricas grifes do mundo, o Bal Harbour Shops é a opção certa. Chanel, Prada, Valentino, Miu Miu e Gucci, são algumas das opções de lojas no Bal Harbour.

Endereço: 9700 Collins Ave. Bal Harbour, FL 33154

  1. Aventura Mall

Situado a 28 quilômetros de Miami, o shopping Aventura tem mais de 200.000 metros quadrados divididos em três andares e mais de 200 lojas.

Mesmo não tendo tantas promoções e preços baixos quanto os praticados nos outlets, ainda sim é um dos lugares mais populares entre os turistas que vão fazer compras em Miami.

Endereço: 19501 Biscayne Blvd., Aventura, FL 33180

  1. Sawgrass Mills

Com 221.475 m² e 350 lojas em seu interior, o Sawgrass Mills é o sétimo maior shopping dos Estados Unidos e o segundo maior da Flórida. Localizado na cidade de Sunrise, cerca de 40 minutos de Miami, o Sawgrass Mills recebe em torno de 26 milhões de visitantes por ano.

E não é para menos, o lugar é famoso pelas promoções de suas lojas que chegam até 70%. Entre as 350 lojas estão: Forever 21, Bloomingdale’s, BrandsMart USA e Neiman Marcus Last Call.

Endereço: 12801 W Sunrise Blvd., Sunrise, FL 33323-4020

Comprar Cosméticos em Miami

Os produtos de beleza estão entre os mais cobiçados pelos turistas que vão fazer compras em Miami, mas por desconhecimento ou preguiça de pesquisar, muitos acabam comprando cosméticos no duty free do Aeroporto, e acabam deixando de lado outros lugares mais vantajosos como:

Ulta Beauty

Com uma variedade enorme de produtos e com preços excelentes, a Ulta Beauty é considerada a melhor loja de cosméticos de Miami e também dos Estados Unidos.

Em Miami existem três lojas da Ulta Beauty, porém a mais indicada por brasileiros é a que está localizada no calçadão da Lincoln Road Malle. Mas para os turistas que vão fazer compras em Miami e quiserem conhecer outras lojas da Ulta, segue os três endereços.

1 – Miracle Marketplace, 3301 SW 22nd St #203, Miami, FL 33145.

2 – Lincoln Road Mall, 337 Lincoln Rd, Miami Beach, FL 33139.

3 – 10001 W Flagler St #500, Miami, FL 33174.

Sephora

A Sephora é uma das lojas mais famosas do mundo no setor de cosméticos, beleza e perfumaria. Além das lojas físicas a Sephora é muito conhecida também pelas vendas online.

Marcas como Acqua Di Parma, Benefit Cosmetics, Burberry, Bvlgari, CHANEL, Clarins, Clinique, COACH, Dior e Dolce & Gabbana fazem parte da imensa variedade de produtos oferecidos pela loja.

Em Miami existem duas lojas da Sephora. Uma grande loja no shopping Aventura Mall, e outra localizada na 673 Collins Avenue.

Cupons de desconto de compras em Miami

Uma boa maneira de economizar nas compras em Miami é utilizar os aplicativos de descontos. Sites como Retail me Not, Coupons, DealCatcher e DealsPlus  são um meio para conseguir descontos de até 70%.

Os cupons podem ser utilizados de duas maneiras: os códigos para compras virtuais, enquanto os cupons impressos podem ser utilizados nas lojas físicas.

 

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Dólar baixo e promoções, aumentam o turismo de compras em Miami

A baixa cotação do dólar é um motivo a mais para os turistas viajarem para Miami. 

Apesar do frio norte-americano diminuir um pouco o interesse dos turistas em viajar para os Estados Unidos durante o inverno, outros fatores vem refletindo positivamente nos últimos meses e mantendo a procura por destinos no hemisfério norte do continente americano. Além de uma certa melhora na economia brasileira, a queda da cotação do dólar e maiores ofertas das companhias aéreas e hospedagem têm levado mais brasileiros, principalmente à terra do Tio Sam.

Turismo em Miami aumentou com a baixa do dolar

Miami é um exemplo claro disso. Com sua temperatura amena de 22° (média) nesta época do ano, o turismo na Florida está bombando. Ao contrário de outras regiões, a alta temporada em Miami (que vai de novembro a abril) é durante o inverno (lá nos Estados Unidos),  quando o clima é ótimo e ocorrem menos chuvas, e é quando a cidade fica cheia. Nessa época, tanto turistas locais como internacionais fogem do inverno rigoroso na maioria das cidades americanas e procuram abrigo em Miami.

Mas nem sempre foi assim. Quando o dólar atingiu R$ 4,16 em janeiro do ano passado, o brasileiro receoso freou seus projetos de viagem principalmente para um lugar onde além de passear, uma das principais coisas a fazer é comprar. É por isso que nesta temporada, com a cotação do dólar a R$ 3,10, os turistas voltaram com tudo para Miami.

“A baixa do dólar certamente influenciou no fluxo de brasileiros em Miami nos últimos meses. Desde fim de outubro estamos sentindo uma procura maior pelos nossos serviços”, diz Thais Lima, diretora da Eagle Tours, empresa de turismo receptivo em Miami.

A médio prazo, a tendência é que o dólar volte a subir um pouco, por isso, neste momento, o turista tem a vantagem de comprar a moeda americana com uma boa taxa de câmbio.

Compras em Miami

Miami é considerada o destino preferido dos brasileiros que desejam fazer compras no exterior. A cidade tem uma estrutura para compras com outlets, shoppings e lojas de departamentos que garantem ofertas durante o ano inteiro. Para muitos, a melhor época para fazer compras em Miami é dezembro, mas em qualquer época do ano o turista brasileiro sai ganhando, pois os preços dos produtos são muito menores que no Brasil, principalmente nos feriados, quando é possível comprar produtos de marcas consagradas como Ralph Lauren, Gucci, Guess, Calvin Klein, Hollister, Dolce Ganaba, Tommy Hilfiger e tantas outras com preços de arrasar.

Para completar o cenário, a alta temporada do turismo em Miami e as promoções coincidem com a valorização do Real frente ao Dólar, uma boa pedida para aproveitar e comprar tudo que for possível.

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Já que brasileiro gosta mesmo de fazer compras em Miami, listamos abaixo um calendário de promoções para os próximos meses:

Março
Apesar de não ter nenhum feriado que movimente o comércio, em março acontece a transição entre inverno e primavera, quando as novas coleções da primavera-verão chegam às lojas. Por causa disso, é possível comprar as últimas peças do inverno com grandes descontos.

Abril
Dias 14, 15 e 16 – Na Páscoa as lojas normalmente fecham. Mas durante todo mês, algumas fazem promoções dos lançamentos de roupas de primavera. Nos dias seguintes à Páscoa, é possível encontrar chocolates e outros produtos com grandes descontos.

Maio
Dia 24 – Feriado oficial para homenagem aos militares americanos que morreram em combate. Ocorre sempre na última segunda-feira do mês e durante o fim de semana sempre tem muitas liquidações excelentes.

Melhores lugares para aproveitar promoções em Miami

O Sawgrass Mills é considerado como o maior outlet dos Estados Unidos e atrai milhares de brasileiros diariamente. Com mais de 350 lojas, 50 restaurantes e postos de fast food, o Sawgrass Mills garante preços competitivos em diversos produtos em suas promoções e liquidações, chegando a até 70% de desconto.

Outra boa opção é o Shopping Dolphin Mall, que conta com 240 lojas e está mais perto do centro de Miami que o Sawgrass Mills. Por causa do tamanho e dos preços e promoções tão bons quanto dos outlets, o Dolphin Mall também é considerado um outlet (mesmo sem ser) e um dos melhores lugares para comprar em Miami.

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O turismo de compras vem sendo cada vez mais procurado pelos brasileiros

O crescimento econômico do Brasil nos últimos 10 anos inseriu o país no turismo de compras, uma modalidade de turismo que se fortalece cada vez mais.

Muitos consumidores se valem da possibilidade de comprar produtos de qualidade internacional por preços muito inferiores aos praticados no país para planejar suas viagens. Mesmo que o motivo da viagem não seja especificamente fazer compras, é muito difícil resistir a algumas lembranças, principalmente com preços tão atrativos.

Os locais mais procurados para o turismo de compras ou turismo de consumo, como também é conhecido, são aqueles cujos produtos são reconhecidos pelos melhores preços e qualidade.

Entre os destinos mais procurados pelos brasileiros para compras no exterior, estão o Chile, Paraguay e o Uruguay.

Outros destinos como Tailândia e Indonésia, na Ásia, vendem equipamentos fotográficos e produtos eletrônicos com preços comparáveis aos dos EUA.

E por falar em Estados Unidos, o destino campeão de preferência dos brasileiros em termos de turismo de compras é Miami.

Sobre esse assunto, a Notimex, agência de notícias do México, produziu uma uma reportagem na qual citou a Eagle Tours de Miami, empresa especializada em turismo receptivo e turismo de compras para brasileiros em Miami.

Segundo Heriberto Araujo, correspondente da agência mexicana no Brasil, a matéria foi republicada por vários veículso no Mexico e Estados Unidos. Confira abaixo a reportagem (em espanhol) :

Brasileños se lanzan al desenfrenado turismo de compras
Por Heriberto Araújo. Corresponsal.

Sao Paulo, 5 Ago. (Notimex).- Alentados por el crecimiento económico y la apreciación de la moneda local, cada vez más brasileños viajan a Estados Unidos y Europa con el objetivo de comprar masivamente teléfonos celulares, ropas de marca e incluso productos para bebé, cuyo coste en Brasil es mucho mayor por los altos impuestos y los aranceles.

Los datos del Banco Central indican que ni siquiera la Copa del Mundo –que atrajo a 600 mil viajeros foráneos el mes que duró el evento- logró revertir la balanza de gastos de los viajeros internacionales, que desde marzo de 2005 no cesa de registrar una masiva salida de divisas por medio de los dólares y euros gastados por los brasileños que viajan.

Si las autoridades se congratulan de que en junio se estableciera un nuevo récord de gasto de turistas extranjeros en el país, con casi 800 millones de dólares, la cifra quedó eclipsada por los más de dos mil millones de dólares desembolsados por los brasileños en sus salidas al exterior.

“Buena parte de los turistas brasileños consideran la compras como un factor muy importante a la hora de elegir destino”, explica a Notimex Adriano Gomes, director de productos internacionales y operaciones del touroperador brasileño CVC, que organiza paquetes de viaje a Cancún, Miami, Orlando y Europa.

“Las familias suelen organizarse de la siguiente forma: dedican unos días a visitar parques de atracciones en Estados Unidos y luego se reservan tres o cuatro días solo para comprar en ‘outlets’ y centros comerciales de Miami o Orlando”, agrega la fuente, entrevistada en Sao Paulo.

CVC tuvo que adaptarse a las necesidades de su clientes y “ofrecer vehículos más grandes y guías que llevan a los turistas a los principales centros comerciales”, según Gomes, que indica que México no es percibido como un lugar de compras, sino “un país donde encontrar playa, entretenimiento y gastronomía”.

La brasileña Thais Lima, fundadora y directora de la agencia Eagle Tours & Tranportation, con sede en Miami, confirma que las compras “es una parte fundamental” del viaje de los brasileños a la capital de Florida.

“El consumo y el nivel de compras es absolutamente absurdo. Nosotros transportamos a la gente en furgonetas con capacidad para 15 personas y a veces copan todo el espacio apenas tres parejas, porque llevan decenas de bolsas de productos electrónicos, ropa, relojes, maquillaje y todo tipo de bienes”, indica, entrevistada por teléfono desde Miami.

Ese gasto –que fácilmente asciende a varios miles de dólares por persona- se efectúa fundamentalmente en efectivo, sobre todo después de que las autoridades brasileñas impusieran un inaudito impuesto a las transacciones realizadas con tarjetas de crédito, débito y cheques de viaje en el exterior del 6.38 por ciento, con el objetivo de tratar –sin éxito- de frenar la salida de divisas.

“He visto familias con hasta 120 mil dólares en efectivo para gastos y compras”, explica Lima, que reconoce que “algunos clientes vienen de compras para revender los productos en Brasil y han hecho de ello su modo de vida”.

Florida es el principal destino turístico para los brasileños que viajan a Estados Unidos, y los datos oficiales indican que cada turista gasta de media unos cinco mil dólares por visita, el doble de lo que desembolsa un francés o un inglés.

La Organización Mundial del Turismo (OMT) sitúa a Brasil como el duodécimo país del mundo en el ránking de gasto por turista internacional, y en 2012 la media por persona y viaje fue de mil 755 dólares.

Este turismo de consumo resulta debidamente reflejado en las cifras, que alcanzan un volumen extraordinariamente alto: entre junio de 2013 y 2014 los brasileños gastaron 27 mil 288 millones de dólares en el exterior, mientras los extranjeros en Brasil desembolsaron algo más de siete mil 300 millones de dólares, según datos del Banco Central facilitados a Notimex.

“El aumento del gasto en los viajes internacionales refleja el aumento de la renda y la disminución de la desigualdad social en el país, así como el proceso de internacionalización de las empresas nacionales”, asegura en entrevista el Banco Central, a través de su gabinete de comunicación, que admite no tener datos acerca del impacto en la recaudación fiscal de este frenesí por comprar en el exterior.

Brasil creció una media del 3.8 por ciento anual entre 2004 y 2012, según datos del Banco Mundial, lo que provocó la creación de una nueva clase media que, por primera vez, puede permitirse viajar al extranjero.

Celulares y tabletas de la marca Apple, ropa deportiva y de marcas internacionales, maquillaje, productos para bebé y todo tipo de componentes electrónicos tienen en Brasil precios exorbitantes que, en ocasiones, duplican o triplican el costo fuera de las fronteras.

Ello se debe a los aranceles aplicados a los productos que llegan acabados –una medida destinada a promover que los productores instalen ensambladoras-, pero también a la alta carga impositiva a algunos productos.

Esta situación provocó que muchas personas hayan visto en el contrabando –enmascarado en compras personales- una forma de vida, pues productos como iPhones o iPads son fáciles de vender en tiendas virtuales de ciudades como Río de Janeiro, Sao Paulo o Recife por precios que aseguran beneficios de cientos de dólares por transacción.

Un ejemplo de ello fueron dos asistentes de vuelo estadounidenses arrestados en agosto de 2013 cuando, procedentes de un vuelo desde Miami, intentaban entrar en Brasil 14 teléfonos celulares inteligentes, videojuegos, relojes y computadoras, con el objetivo de revenderlos.

NTX/HA

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